A belíssima Bárbara Borges, que anda brilhando na TV como a manicure Elvira, de “Bela, a feia” e nas bancas, nua na capa da “Playboy” de setembro, respondeu às “Perguntas fora do comum”. Divirta-se.


— Algum ator mais atiradinho aproveitou uma cena pra tirar uma casquinha de você?
— Isso nunca aconteceu comigo. Ainda bem!


— O que você fez com a sua roupa de Paquita?
— Está guardada e só foi usada numa festa à fantasia pela minha cunhada, que até foi selecionada como fantasia original. E detalhe: não sabiam que se tratava do uniforme original das Paquitas!!!


— Você já comprou alguma coisa no impulso e se arrependeu?
— Não. Antes costumo “paquerar” bastante para ter certeza.


— Qual foi a maior diferença que sentiu ao colocar silicone?
— Nos primeiros meses, o pior mesmo foi não conseguir dormir de bruços e, por isso, tive muita insônia!


— No início da sua carreira, você tinha o cabelo bem cacheado. O que o trio escova, chapinha e progessivas representa para você?
— Só penso que, se esse trio existisse quando eu tinha 12 anos e os primeiros cachos apareceram, teria sido a solução para os meus problemas “aborrecentes”!


— Qual foi o pior castigo que recebeu quando era criança?
— Não lembro do pior, mas quando não podia ver televisão era péssimo porque adorava assistir às novelas.

— Na época em que você está nas bancas com a “Playboy”, os alunos do seu pai, que é professor de física, tiram sarro dele? Ou ele dá dez pra todo mundo e morre o assunto?
— Imagina! Meu pai é um professor sério, mas muito brincalhão também. Quando fui aluna dele, ele nunca me deu nem meio ponto a mais... Vai dar dez para os alunos só para evitar sarro? É ruim, heim! Ele vai zoar também!


— A manicure Elvira comete vários erros de português. Qual é o seu ponto fraco com a língua?
— Minha professora de português dava toda semana teste de análise sintática, ditado e ortografia. Ou você aprendia ou aprendia (risos)! Eu era boa aluna, mas agora com essa nova ortografia, muitas regras que aprendi foram por água abaixo... Por exemplo, ainda escrevo “vôo” com acento.